Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2012

Mudança de casa

Deslocalizámo-nos para a China como contrapartida da venda da EDP à Three Gorges

 

 

Encontramo-nos com os nossos textos - alguns ficarão exclusivamente por aqui - em

      

 

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Abraços anti-capitalistas

 

 

 

 

 

 

 

 
 
publicado por GRAZIA TANTA às 12:06
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Quinta-feira, 24 de Março de 2011

Eleições mudarão o quê?

Sumário

 

1 - Elementos essenciais a ter em consideração

2 - Cenários plausíveis

3 - E o povo, pá? E o povo?

 

 

Admitamos que Cavaco faz um intervalo na sua letargia e aceita a demissão de Sócrates o que, muito provavelmente irá conduzir a eleições.

 

 

1 - Elementos essenciais a ter em consideração

 

Portugal não passa de uma província do sul dominado pelo directório imperial em formação (Alemanha-França- Grã-Bretanha) gerido a partir de Bruxelas, onde está o poder executivo europeu (civil  e militar). Dito de um modo mais cru e realista: Portugal já não existe como nação soberana, como decorre do Tratado de Lisboa e da integração em políticas comunitárias várias, a começar pelo euro e a terminar nos PEC’s.

 

Este contexto é estrutural e não há “reformas estruturais”  que o alterem, dado o grau de dependência do país, da incapacidade dos seus capitalistas de se firmarem na envolvente europeia e da apatia social tradicional num povo que viveu duzentos anos moldado pelo terror da Inquisição, por 48 de repressão fascista e 36 de ocupação pelo PS/PSD.

 

Faz parte da liturgia de mercado apontar-se eleições para manter o statu quo anterior dando a ilusão de que advirão mudanças depois da colocação de uns papelinhos em caixotes, após anos de formatação num pensamento único e afunilamento das alternativas numa só.

 

 

2 - Cenários plausíveis

 

O cenário de eleições foi meticulosamente preparado pelo PS que não se quis deixar amolecer no banho-maria que convinha à coligação Cavaco-PSD (apesar do desprezo do primeiro pelo Passos). Há alguns cenários para o rescaldo das eleições daqui a dois meses (a estupidez dos legisladores não conseguiu congeminar periodo mais curto – na Irlanda são apenas três semanas).

 

Cenário 1 - Sócrates lidera o “top five” sem maioria absoluta; esta última é um não cenário. A partir daí…

 

  • Torna-se evidente a inconsistência política de Cavaco e este assume totalmente a sua função de veneranda figura de corta-fitas até que se fine o mandato;

 

  • Alternativamente, Cavaco, queixa-se de todos e, incompreendido, recolhe ao Algarve para a modesta casinha comprada com o produto das laboriosas poupanças aplicadas nas acções da SLN;

 

  • Sócrates aparecerá inchado e sorridente na televisão como grande ganhador perante essa coisa denominada oposição  como perante os amorfos dos seus opositores internos;

 

  • Sócrates aumenta a sua importância como mestre de obras (ele até é engenheiro!) dos patrões tradicionais – o embaixador americano, a Merkel, o Trichet, o Strauss-Kahn…

 

  • Provável mudança de líder no PSD, voltando o Passos ao lugar de empregado do Paramécia (alcunha do Ângelo Correia no Colégio Militar) e sua substituição por uma outra pileca política do mesmo género – Rangel, Rio, Aguiar-Branco…

                          

Cenário 1-A - Aliança com o PSD para a constituição de uma forma de poder blindado e autoritário, em nome do chamado interesse nacional, alheio à gritaria da oposição na AR

 

  • Trata-se da solução preferida pelas instâncias suseranas da UE e, sobretudo pelos “mercados”, que apreciam a estabilidade do fluxo dos lucros que se acumulam nos seus bolsos;

 

  • Não é um cenário novo na política à portuguesa; esteve em cena durante a crise 1983/85, durante a segunda intervenção do FMI e durou até à assimilação de Portugal dentro pela então CEE. Baseou-se num claro predomínio do PS de Mário Soares sobre um jurista petulante e superficial (Mota Pinto) como chefe do PSD;

 

  • Criação de um Governo com as mãos livres para o assalto aos direitos da multidão, para a fragilização dos trabalhadores, para o terror laboral, para a redução da saúde e do tempo de vida de reformados e pobres, para a extinção em termos práticos do SNS, para o desmantelamento da escola pública e da segurança social, com a salvaguarda das capacidades dos ricos, fonte inesgotável do empreendorismo e do investimento pátrio … como sabemos;

 

  • Agilização política do abastecimento dos “mercados” com rendimentos sugados à multidão em Portugal, através do Estado e com o argumento do deficit;

 

  • Neste governo participaria como vice o lider do PSD que decerto não seria Passos. Por outro lado, Sócrates nunca admtiria estar nessa coligação sem o comprometimento do número um do PSD, daí saindo  reforçada a ideia da substituição de Passos;

 

  • Utilização mais frequente e pesada da repressão nas ruas e nas empresas e, como contrapartida dada às suseranias, reforço de soldados e GNR nas regiões de conflito ou em “estabilização post-intervenção”.

 

Cenário 1-B - Aliança com o CDS, versão fraca do cenário anterior,

 

  • Solução mais frágil, encontra a dificuldade de compatibilizar Sócrates com um Paulo Portas inamovível no CDS;

 

  • Também não seria caso virgem em Portugal pois o CDS acomanhou o PS no II governo constitucional, em 1977, no contexto da primeira ameaça de bancarrota que originou o apoio do FMI. Porém, o CDS de Amaro da Costa e Freitas do Amaral tinha pouco a ver com a actual liderança de Portas.

 

Cenário 1-C - “Ménage à trois” amplamente maioritário na AR onde só sobrariam dois tenores discordantes, cantando das bancadas do PC e do BE.

 

  • Recolhe  simpatias das suseranias externas mas, dados as dificuldades dos equilíbrios internos, sendo sempre possível um rotura de um dos parceiros mais à direita;

 

  • Esta solução só seria necessária no caso de um crescimento acentuado do CDS comparativamente ao PSD ou – o que é pouco plausível – perante um forte aumento do binómio social-democrata BE/PC.

 

Cenário 1-D - Governo PS com ou sem PSD acrescido de umas pastas ministeriais preenchidas ao PC.

 

  • Tratar-se-ia de uma repetição do acontecido em 1976 quando, no rescaldo do golpe reaccionário de 25 de Novembro, o PC se manteve no poder para controlar a contestação nos locais de trabalho e nos sindicatos;

 

  • Esta solução seria interessante para o exercício do poder no caso de haver grande contestação social, a exigir a intervenção da CGTP, como serviço de bombeiros. E não causaria engulhos aos bancos alemães e franceses que tutelam a dívida pública;

 

  • Não se considera muito plausível esta hipótese porquanto a desobediência aos poderes por parte da multidão é escassa, as greves são controladas, desfasadas e não concertadas, as manifestações oficiais assemelham-se a procissões e seria suicida por parte do PC;

 

  • Por outro lado, também se não considera a hipótese da integração do BE no governo, apesar dos audíveis suspiros por um concubinato com o PS, bem presentes na candidatura de Alegre ou no acordo com António Costa na câmara de Lisboa. Finalmente, o BE não tendo poder sindical, nem poder de mobilização de massas, não desempenha qualquer papel relevante na contestação da multidão.

 

Cenário 2 -  O PSD domina o “top five” do “hit parade” o que, neste exercício, não é o cenário mais provável, mesmo sem maioria absoluta.

 

  • Passos Coelho é um líder fraco, mal preparado e isso tornar-se-á bem visível quando surgirem os debates com Sócrates, muito hábil na confrontação, agressivo e bem informado;

 

  • Por outro lado, sendo o PS um partido-Estado, o seu domínio e manipulação da informação, bem como a integração no aparelho estatal de centenas dos seus membros, isso dá-lhe uma vantagem decisiva perante um PSD desprovido de quadros;

 

  • As últimas experiências de governação PSD não foram propriamente modelares dada a mediocridade de Durão Barroso e as tonterias de Santana, que passou pelo vexame de ser despedido assim que o PS substituiu Ferro Rodrigues por um José Sócrates, mais permeável à satisfação dos interesses das oligarquias económicas e financeiras. Para mais Sócrates estava agarrado pelo rabo, entalado na Freeport;

 

  • As primeiras reações da imprensa internacional e dos governantes europeus revelam um desagrado profundo com a queda do governo e do seu homem, Sócrates. Apesar de Passos andar, de há algum tempo  atrás, em viagens de marketing pelas capitais europeias, sobretudo Bruxelas, anunciando propostas contrárias às das suseranias europeias.

 

Cenário 2-A – Aliança do PSD com o PS para a constituição da já referida blindagem do poder, em nome do chamado “interesse nacional”.

 

  • Do ponto de vista das suseranias externas e dos “mercados” este arranjo é equivalente ao referido no Cenário 1-A, atrás, desde que assegure a estabilidade e sossegue os “mercados”;

 

  • As acções anti-sociais de um governo PSD/PS seriam um pouco mais céleres e profundas do que no caso PS/PSD mas, essencialmente, as mesmas; até porque a agenda é sempre fixada em Bruxelas, com a intervenção dos conselheiros do FMI, instalados no Banco de Portugal há meses;

 

  • Neste cenário Sócrates nunca seria um vice de Passos, tal como Schroder não participou na grande coligação alemã dirigida por frau Angela; perante um PSD frágil em quadros e liderança seria de esperar incidentes desestabilizadores por parte do PS, conducentes ao seu retorno à supremacia no governo dos “mercados”

 

Cenário 2-B - A aliança com o CDS surge como uma repetição do sucedido entre 2002 e 2005 e está bem presente a humilhação de Durão como estalajadeiro na cimeira do Açores que decidiu o assalto guerreiro ao Iraque; os negócios dos submarinos ou da “Portucale” cujo apuramento permanece sedado no sistema judiciário; a continuidade do deficit e das medidas saneadoras; ou ainda o episódio militarista e idiota do “barco do amor”;

 

  •    Esta solução não é certamente a preferida pelas susearanias externas, mais apostadas, para efeitos de um pacífico saque dos rendimentos da multidão, em arranjos políticos do tipo PS/PSD;

 

  •    Esse cenário tem alguns anti-corpos no PSD onde se recordam dos manobrismos de Portas e não parece que Passos tenha agilidade para os jogos do chefe do CDS;

 

  •    A agenda deste governo seria constituida pela anulação acelerada de todos os resquícios de políticas sociais, perseguição feroz a trabalhadores, desempregados, velhos e pobres e deificação da empresa e do capitalista, como agentes salvadores do mundo;

 

  •    Nesta hipótese o PS iria tentar apresentar-se travestido de “esquerda” para gáudio dos BE/PC que nunca consideram aquela agremiação como direita, surgindo daí um reforço da tara desculpabilizadora do PS como partido de direita, por mais patifarias que faça. Até a UGT ficaria liberta para se mostrar como central sindical;

 

  •    Num contexto de grande descontentamento social, e de um governo claramente de direita e perante a oposição das duas centrais sindicais, o governo iria ter dificuldades pariculares com a contestação social e política e iria certamente usar a violência policial de forma desusada; o autoritarismo pós-fascista de Portas ficaria em rédea solta

 

 

3 - E o povo, pá? E o povo?

 

É de admitir que a multidão já tenha entendido que a soberania, em termos de ação política e de medidas económicas está em Bruxelas, como polo aglutinador dos interesses das multinacionais, do sistema financeiro e do capital mafioso. E, nesse contexto, prepara-se para colocar tampões nos ouvidos para se alhear dos gargarejos dos papagaios partidários e para mandar às urtigas os votos ou, pelo menos, o apoio a partidos. É de prever uma maior abstenção que em 2009 foi de 40.3% do eleitorado, contra 36.4% quatro anos antes.

 

O descrédito dos partidos parece em crescendo e começam a surgir movimentações autónomas, com forte rejeição do quadro político actual, por enquanto com um carácter difuso. Essa movimentação – e estamos particularmente a ter em mente, os protestos da Geração à Rasca, de 12 de Março – irá provavelmente segmentar-se. Uns, voltarão à atonia que prepondera em Portugal; outros, cederão aos cantos de sereia dos partidos e serão enredados nas organizações “unitárias” ou falsamente não partidárias; outros ainda continuarão a procurar formas de expressão autónoma e democrática, articuladas em redes de militâncias diversificadas, única forma de contestação fidedigna e consequente, de onde surgirão as alternativas através da desobediência e do protesto continuados.

 

 

 

Este e outros textos em:

 

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publicado por GRAZIA TANTA às 17:20
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Líbia – Nova intervenção do dispositivo militar ocidental (comunicado PAGAN)


PAGAN – Plataforma Anti-Guerra, Anti-NATO


Comunicado


Líbia – Nova intervenção do dispositivo militar ocidental


1. O ano de 2011 iniciou-se com manifestações populares contra os
regimes ditatoriais no Médio Oriente e no Norte de África; regimes, aliás,
com conhecidas conivências com os poderes ocidentais. A ausência de
democracia e o aumento dos preços dos bens alimentares têm tido um
papel importante naquelas manifestações;


2. Contrariamente ao acontecido na Tunísia e no Egipto, a
contestação na Líbia revestiu a forma de revolta armada, com a presença
de interferências e apoios ocidentais, que subestimaram as capacidades
de reacção de Kadhafi, no poder desde 1969 e só recentemente
“descoberto” como ditador demente e sanguinário. Tal como aconteceu
com Ben Ali ou Mubarak;


3. A Líbia é responsável por 2.2% da produção de petróleo
mas detém 3.5% das reservas mundiais, as maiores da África; quanto ao
gás produz 0.5% mas tem 0.8% das reservas. Acresce que a Líbia é um
dos principais fornecedores da Europa, particularmente do Sul (24% do
abastecimento italiano e 9/11% dos restantes) e que, sendo os recursos
energéticos pertencentes a uma companhia estatal, aguçam a cobiça das
multinacionais;


4. Nesse quadro, o CS da ONU, por proposta ocidental, declara
que os estados-membros “ajam a título individual ou no quadro de
organismos ou arranjos regionais … para tomarem as medidas
necessárias… para proteger as populações e zonas civis ameaçadas de ser
atacadas… excluindo totalmente a deslocação de uma força de ocupação
estrangeira sob qualquer forma“. Cremos que a invasão se seguirá sob
qualquer pretexto, com ou sem o aval da ONU;


5. Rapidamente, o dispositivo militar ocidental, unificado em
torno do Pentágono, com o apoio da peonagem francesa e inglesa,
corresponde à sua própria iniciativa diplomática no seio da ONU e
começa a bombardear a Líbia, gerando mais uma forma de incentivar o
ressentimento do mundo islâmico contra os países da UE e contra a
suserania norte-americana;


6. Porém, no Bahrain, a violência do governo sobre
manifestantes desarmados, com o apoio de tropas do Conselho de
Cooperação do Golfo (filial do Pentágono/Nato) não tornou proscrito o
monarca; no Iémen, a intervenção brutal sobre os manifestantes por
parte do governo, não atrai a animosidade dos ocidentais; e na Palestina
ou em Gaza, particularmente, desenrola-se uma violência quotidiana,
atropelos aos mais elementares direitos humanos, sob o olhar distraído da
UE e dos EUA. Porquê? Porque no Bahrain está sediado o comando
militar dos EUA para a região do Golfo; porque no Iémen, al Saleh é um
elemento próximo dos EUA, interessado na estabilidade em torno do Bab
el-Mandeb; e Israel é objecto da tolerância infinita dos ocidentais. Será
que o CS vai alargar a sua actuação punitiva a estes países, assumindo a
defesa das suas populações contra regimes ditatoriais e repressivos?


7. A PAGAN não aceita intervenções militares entre países

soberanos e a ingerência nos assuntos internos de cada Estado, remetendo
para os próprios povos a única legitimidade de decidir sobre as suas
formas de governo e de gerir conflitos;


8. A PAGAN recusa aos EUA e aos países da UE,
individualmente ou em conjunto, o direito de se arrogarem ao papel de
zeladores da “ordem” internacional ou internos em todo o mundo.
Sobretudo através de intervenções armadas que provocam mais
desordem que paz e desenvolvimento, como se vê no Afeganistão, no
Iraque, no Kosovo…


9. A PAGAN denuncia e recusa todas as atitudes dos governos
europeus conducentes ao aumento da animosidade dos países
muçulmanos contra as atitudes neocoloniais dos EUA e da UE;


10. E incita todas as pessoas e organizações sociais para a
necessidade de redução das desigualdades e para o aumento da
democracia na bacia do Mediterrâneo;


Fim imediato da intervenção militar ocidental na Líbia!


20 de Março de 2011

 

http://antinatoportugal.wordpress.com
antinatoportugal@gmail.com

publicado por GRAZIA TANTA às 17:14
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Sahara ocidental (powerpoint)

Dispositivo que explica as causas e a actualidade da situação do povo saharui, uma das vítimas do genocídio que está marcado para muitos mais povos

 

 

 

http://pt.scribd.com/doc/51305112/Sahara-Ocidental

http://www.slideshare.net/durgarrai/documents

publicado por GRAZIA TANTA às 17:09
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O neoliberalismo e a geopolítica no Mediterrâneo (1)

Sumário:

 

1 - Panorama histórico global

2 - O neoliberalismo

3 – Notas sobre a globalização excludente

4 – Aplicações neoliberais na bacia do Mediterrâneo

5 - As clivagens demográficas e económicas. A posição de Portugal

 

 

ver em:

 

http://www.slideshare.net/durgarrai/o-neoliberalismo-e-a-geopoltica-no-mediterrneo-1

http://pt.scribd.com/doc/50902056/O-neoliberalismo-e-a-geopolitica-no-Mediterraneo-1-

publicado por GRAZIA TANTA às 17:02
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Domingo, 13 de Março de 2011

Manifesto "Com a geração à Rasca"

 

 

ver em:

 

http://www.slideshare.net/durgarrai/com-a-gerao-rasca

 

http://pt.scribd.com/doc/50657816/Com-a-Geracao-a-Rasca

publicado por GRAZIA TANTA às 19:29
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Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2011

Presidenciais: entre o bocejo e o vómito, é preciso reflectir

Sumário

 


1 – Habemus praesidens! Gloria in excelsis Deo!

 

2 – Os próximos tempos, negros e frios

 

3 - Novamente, relembremos o carácter do PS

 

4 -  Notas eleitorais

 

Este e outros textos em:

 

http://www.scribd.com/group/16730-esquerda-desalinhada

 

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publicado por GRAZIA TANTA às 17:02
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Quinta-feira, 13 de Janeiro de 2011

Democracia, democracia das empresas e Wikileaks

 

Ninguém está obrigado a cooperar em sua própria perda ou em sua própria escravatura, a Desobediência Civil é um direito imprescindível de todo o cidadão .                  (Mahatma Ghandi)

 

 

 

Sumário

 

1 - Aspectos do funcionamento da anti-democracia

 

2 - Concertação Social

 

3 – Os partidos

 

4 - Uma democracia para as empresas

 

5 - O primado da empresa. A proteção dada pela Helena André

 

6 – Notas a propósito do caso Wikileaks

 

6.1 - O terrorismo de Estado

 

6.2 – O uso de dados pessoais por empresas e pelo Estado

 

 

Este e outros textos em:

 

http://www.slideshare.net/durgarrai/documents

 

 

http://www.scribd.com/documents#all?sort=date&sort_direction=ascending

 

 

 

publicado por GRAZIA TANTA às 21:04
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Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011

Ao candidato à Presidência da República

A pedido da autora inserimos este texto:

 

Ao candidato à Presidência da República, Prof. Aníbal Cavaco Silva, incomoda sobremaneira que outros candidatos, e não é só o candidato Manuel Alegre, lhe dirijam uma pergunta por sinal bem simples e clara sobre a sua ligação ao BPN/SLN.

O candidato Prof. Cavaco Silva, com o espírito «democrático» que se lhe conhece desde que foi Primeiro-Ministro, não gosta de ser interpelado seja por que motivo for…

Não é só ele … é apanágio de todos os governos que nos têm desgovernado ao longo de mais de duas décadas.

Considera, pois, o candidato Prof. Cavaco Silva que a dita pergunta se insere numa campanha infame, de baixo nível, que apenas visa denegrir a sua imagem… Pois é pena que jamais se tenha ouvido tal adjectivo para qualificar as acções de amigos e correligionários, ex-ministros e até … pasme-se!... um Conselheiro de Estado com fortunas dúbias e vertiginosas acumuladas em poucos anos de vida pública…

A Factura, essa sim, infame e vergonhosa, é para nós, ignotos cidadãos que se querem amorfos, obedientes e cumpridores, capachos de desgovernos e negociatas abjectas que não têm cabimento em nenhum regime democrático.

A pergunta, senhor Professor, tem toda a razão de ser e é clara como água: A quem vendeu V. Exa. as acções do BPN um ano depois de as ter comprado, com um lucro fabuloso, tratando-se de acções não cotadas em Bolsa?

Onde está a ofensa, Senhor Professor?

A transparência nas verdadeiras Democracias é um imperativo que os cidadãos exigem, não apenas uma figura de estilo para encobrir escândalos, corrupção e desmandos.

Já agora, senhor candidato Prof. Cavaco Silva, poupe-nos a nós cidadãos que ainda temos uns lampejos de memória, o seu discurso lacrimejante, a sua preocupação «chorosa» com a pobreza, o desemprego, etc. Terá V. Exa. esquecido o desemprego, a pobreza, a fome que grassava em vários pontos do país e, nomeadamente, na Península de Setúbal, quando V. Exa. foi Primeiro-Ministro, apesar de todo o dinheiro que entrava a rodos no nosso país vindo da Comunidade Europeia? Terá V. Exa. esquecido as várias interpelações de que foi alvo pelo então Bispo de Setúbal, D. Manuel Martins, uma das várias figuras que V. Exa. apelidava de forças de bloqueio? Terá V. Exa. esquecido a favor de quem e para quem governou? A estas simples perguntas não precisa de responder, senhor Professor. A resposta é por demais conhecida.

 

Uma cidadã anónima, mas não amorfa

 

Maria José Morais Isidro Aragonez

publicado por GRAZIA TANTA às 17:02
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Sábado, 11 de Dezembro de 2010

A miséria da esquerda que anda por aí. Um “case study”, a Cimeira da NATO Sumário

 


1 - Aspectos de ordem histórica para uma fraca consciência anti-imperial e anti-militarista

1.1 – O passado colonial e uma soberania minguante

1.2 – A dívida eterna para com os militares de Abril

 

2 – O enquistamento ideológico da esquerda institucional

 

2.1 - Hoje, o capitalismo está, essencialmente, globalizado

2.2 – A fusão entre funções policiais e militares

2.3 – A putrefacção do sistema de representação e a anti-democracia

2.4 – A soberania nacional

2.5 – Notas sobre o culto da obediência e da hierarquia

3 -    A Cimeira da NATO em Portugal e o comportamento da esquerda institucional

 

3.1 - Atitudes da direcção do BE

3.2 - Atitudes do PCP ou das respectivas agências

 

Este texto encontra-se em:

 

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publicado por GRAZIA TANTA às 10:07
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